quarta-feira, 10 de setembro de 2014

12 lições sobre a paciência


1
Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor. Efésios 4:2


2
Quando você decide ser paciente, você responde de maneira positiva à uma situação negativa.


3
A paciência traz calma interior em meio à tempestade interior.


4
Ter paciência é escolher controlar suas emoções ao invés de permitir que elas lhe controlem.


5
Paciência e domínio próprio andam de mãos dadas.


6
A paciência aguarda para ver toda a situação antes de julgar.


7
O homem paciente dá prova de grande entendimento, mas o precipitado revela insensatez. Provérbios 14:29


8
O homem irritável provoca dissensão, mas quem é paciente acalma a discussão. Provérbios 15:18


9
A paciência é o lugar onde o amor encontra a sabedoria.


10
A paciência entende que todos falham.


11
Poucas pessoas são tão difíceis de se conviver quanto uma pessoa impaciente.


12
Poucos de nós praticam a paciência de forma adequada, e nenhum de nós a pratica naturalmente.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Deixando a minha igreja

Eu admito. Já pensei em mudar de igreja. Acredito que todo mundo já pensou nisso. Na verdade, eu torço para não ter sido a única tola a pensar nessa bobagem. Pelo menos usando o motivo que eu tinha. De repente eu olhei em volta e me vi sozinha. Eu, racional como sou, não consegui me ver enquadrada em uma igreja tão cheia de artistas e realizadores. O que acontecia de verdade é que eu estava me afastando de Deus, e um dos estágios desse afastamento é se afastar da igreja.

É estranho por que, no meu caso, estive lá a vida toda. Só que de uma hora para outra, tudo passou a me incomodar. Então, segui o caminho da busca por uma nova igreja. Parece até piada, por que eu pensava nisso, mas nunca visitei nenhuma outra. Tudo o que eu fazia era arrumar desculpas para não ir aos cultos.

Estou num processo de reconciliação e reaproximação de Deus há algumas semanas. Falta muito. Mas quando você começa a andar nessa direção, Deus vai abrindo as portas para que tudo ocorra bem. Por personalidade, eu nunca gostei de assistir cultos. Na minha cabeça a relação é muito parecida com assitir aulas. E como eu fui chamada de turista na faculdade, você pode ver que eu realmente não gostava de estar por lá, apesar de ser ótima aluna e figurar entre as maiores notas da turma. Acho que é a relação de sentar e ouvir alguém falar, eu me distraio e começo a achar chato. Pois bem, perdi num brincadeira com uma amiga na semana passada e a punição que ganhei dela foi: 2 meses sem faltar os cultos. Não disse que Deus vai moldando o caminho?

No mesmo dia que ela me deu a punição eu fui ao culto, em outra igreja. Um congresso de jovens e adolescentes que gerou uma nostalgia incrível. Me remeti aos idos anos 90 e meus fins de semana de agosto quando acontecia o Encontrabb. Tempo bom demais. Na hora, minha cabeça começou a pensar: "Bem que você podia vir para essa igreja hein? Você conhece muitas pessoas, e as coisas são iguais ao tempo que você se sentia bem na Brasilândia. Além disso, você tem tanto o que ensinar para eles, tanta experiência diferente para trazer... bem que você podia mudar de igreja hein?" Esses pensamentos duraram menos de 24 horas, por que na manhã da segunda eu li o dia 21 do livro Uma Vida com Propósitos e levei uma chacoalhada...

Entendi que em qualquer igreja eu vou encontrar pobres, ricos, gordos, magros, jovens, velhos, imperfeitos, não perfeitos, cheirosos, fedidos, críticos, passivos, idealistas, alienados, com opinião, sem opinião, cultos, ignorantes, estudados, analfabetos, sinceros, mentirosos, extrovertidos, tímidos, sensíveis, brutos, polêmicos... É igual em todo lugar. Só que as vezes, olhando a grama do vizinho, ela parece tão mais verde... parece que só tem coisas boas por lá...

"Não há nenhuma igreja perfeita para onde escapar. Toda igreja tem seu próprio conjunto de fraquezas e problemas, e você logo ficará novamente desapontado." Rick Warren

Entendi e aprendi que, como disse o Rick Warren: "Ansiar pelo ideal enquanto critica o real é sinal de imaturidade. Em contrapartida, conformar-se com o real sem lutar pelo ideal é passividade. Maturidade é conviver com essa tensão." Tenho me descoberto tão imatura ultimamente...

Hoje, neste momento, agora, acredito que se Deus me colocou na igreja que eu estou, existe um motivo para isso. Tem algo que Ele espera que eu faça por lá. Pode até ser que um dia ele me leve para outro lugar. Mas eu não posso simplesmente deixar o que quer que seja que Ele queira que eu faça por simples capricho de uma menina imatura. Só posso pedir que, agora que estou com essa visão, Ele me direcione para o que deseja que eu faça.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

TESTADO E APROVADO: Passo-a-passo para fazer as pazes

Está tudo bem, um mar de rosas. Mas repentinamente o tempo vira e você se desentende horrorosamente com seu amigo. Se você parar para pensar era impossível que vocês brigassem, se davam tão bem... ou ao contrário: um desentendimento era questão de tempo. Mas não importa. Aconteceu. Vocês até estão se falando. Mas essa situação te incomoda tanto... O que fazer para resolver? Rick Warren dá umas dicas sobre isso no dia 20 do livro Uma Vida com Propósitos e eu  traduzi as ideias dele do meu jeito, dá uma olhada:

1. Fale com Deus
Quando li o capítulo do livro, Deus sussurrou alguns nomes no meu ouvido. Então, falar com Ele, não foi a coisa mais difícil do processo. Foi engraçado que, conforme Deus ia me dando nomes, eu pensava: "Caramba! E eu pensando que era uma pessoa legal que não tinha problema com ninguém!". Puro engano.
Primeiro pedi perdão a Deus por me deixar estar na condição de precisar me reconciliar com mais de 5 pessoas. Em seguida, pedi orientação a ele. Eu sou meio bruta e, consequentemente, não sou boa em abordagens pacíficas. Mas tive a certeza de que Deus me capacitaria a fazer isso.

2. Escolha um segundo amigo e conte para ele sobre o conflito
Acho que esse segundo passo foi o mais difícil pra mim. É estranho, mas foi complicado contar para outra pessoa o quanto eu tinha sido babaca com amigos, colegas e família.
Foi um processo mais interno que externo. Tive que quebrar alguns preconceitos antes de ter coragem de falar.
Mas foi libertador. Depois que contei para André e Raquel como as coisas estavam, foi fácil partir para o próximo passo.

3. Procure a pessoa
Durante a conversa:
A) Admita seus erros
B) Peça perdão

Foi preciso respirar fundo para tomar coragem. Duas das abordagens foram pelo facebook, já que eu me expresso muito melhor escrevendo. Confesso que eu tremia enquanto escrevia pequenos paragrafos em que segui a receita: admitir meus erros e pedir perdão.

Pessoalmente então, não foi nada fácil. Eu tremia literalmente conforme cada palavra da receita saía da minha boca.

Mas em todos os casos, o Espirito Santo deu aquela força! Ele preparou os caminhos e fui bem rebida por todos. Alias, nenhuma das pessoas com quem eu falei guardava mágoa, ou sequer lembrava das coisas que me incomodaram. Ou seja, Deus usou esse caminho para me proporcionar um processo de cura e crescimento. Eu fui a grande beneficiada dessa história!

Bom, se enquanto você lia esse texto, Deus colocou nomes na sua cabeça, recomendo veementemente que você siga os três passos. Vai ser libertador, eu garanto.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Imperfeição sim. Falsidade não.

Acho que falsidade é um dos piores defeitos que uma pessoa pode ter. Você aguenta quando a pessoa é grossa, aguenta quando é preguiçosa, aguenta quando é uma chata de galocha, mas se a pessoa não é verdadeira, é irritante e frustrante. Afinal, como ter um relacionamento saudável com alguém falso, alguém que você não pode confiar?

Pois é! Mas já parou para pensar que somos feitos à imagem e semelhança de Deus? Então, igualzinho nos irritamos quando são falsos conosco, Deus também se irrita. Ele também quer sinceridade de nós. Ele não quer aparência. Não quer que fiquemos fingindo ser o que não somos diante Dele. Afinal, como está escrito em I Samuel 16:7b, "O homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração".

Rick Warren, no livro Uma Vida Com Propósitos, diz: "Podemos adorar a Deus de modo imperfeito, mas não podemos adorá-lo sem sinceridade". Vamos combinar... É meio idiota ficar mentindo pra Deus, já que Ele é onipresente e sabe tudo o que fazemos. Francis Chan, no best seller "Louco Amor" diz: "Deus deseja intimidade verdadeira com cada um de nós, e isso só pode acontecer quando confiamos nele o suficiente para sermos completamente transparentes e vulneráveis". Isso significa que não preciso ter vergonha de Deus. Não preciso me envergonhar de falar as coisas que fiz de errado - além dele já saber - ele prefere que eu conte tudo do que eu fique mostrando pra ele uma imagem minha diferente da real.

Para fechar esse texto, deixo uma citação do Francis Chan que resume o que quero explicar: que é idiota ser falso com Deus!

"Antes eu e minha esposa nos casarmos, eu sabia que tinha de dizer a ela tudo a meu respeito, todas as confusões em que me meti, todas as coisas que fiz. Ela tinha de saber com quem estava se unindo antes de concordar em se casar comigo. Aquela conversa não foi fácil, mas, no fim, continuamos optando por estar um com o outro, por assumir um compromisso mútuo.
Eu me vejo agindo de modo diferente com Deus. Com frequência, quando oro, formulo minhas frases da maneira que me parece mais adequada. Tento amenizar meus pecados ou disfarçar meus sentimentos antes de expô-los diante de Deus. Que grande bobagem é querer ser honesto com minha esposa sobre meus erros e, ao mesmo tempo, tentar escondê-los do Senhor!"

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Minha Primeira Experiência de Evangelismo Pessoal

Ok. Isso é uma vergonha. Para uma pessoa criada na igreja, nunca ter tido uma experiência prática de evangelismo pessoal aos 32 anos é uma vergonha! Isso não significa que nunca falei de Jesus, já falei timidamente em algumas ocasiões, e eu consolava meu coração dizendo pra mim mesma que eu testemunhava com a minha vida e isso era mais importante do que falar. Eu estava enganada. Redondamente enganada. Não fazia ideia do quanto estava perdendo.

No último sábado, assisti com meu PG o filme "Deus não está Morto". Quem viu o filme sabe que no fim, eles incentivam o espectador a mandar uma mensagem de texto para todos os contatos com essa frase que dá título ao filme. Eu, covarde, só coloquei a frase no facebook. Minha mãe e Raquel mandaram para todos os contatos e tiveram um baita trabalho para explicar a frase e responder comentários de alguns ateus, agnósticos, descrentes e afins. Eu, muito covarde mesmo, fiquei feliz em não ter mandando a mensagem. Imagina só ter esse trabalhão que elas estavam tendo! E o pior, como eu saberia o que responder para cada pessoa?

Pois bem, na segunda, minha mãe levou algumas pessoas para ver o filme no cinema. Entre elas, minha vizinha. Quando eles voltaram, eu inocentemente perguntei se ela havia gostado do filme. E assim estava iniciada minha primeira experiência real de evangelismo pessoal.

Minha interlocutora se mostrou frustada com Deus. Por mais que eu dissesse que Deus quer o melhor para nós, ela se fechava em uma grande mágoa pelo sofrimento do passado. Foi um debate acalorado, com desabafos entre lágrimas culminando em uma oração que eu nunca tinha feito. E nunca tinha feito por que não fui eu quem orei, assim como não fui eu quem falei.

Eu, sinceramente, não tenho capacidade de argumentar bíblia como fiz naquela noite. Deus falou, literalmente, através de mim. Quando minha vizinha foi embora, infelizmente sem se converter, eu comecei a tremer e chorar. Tremia e chorava por que tinha plena consciência do que havia acontecido ali. Deus tinha me usado de maneira poderosa.

Não dormi direito naquela noite, e nem poderia. Fui tomada por um amor profundo àquela alma que ainda está perdida. Passei a noite entre cochilos e orações.

Essa experiência me deu consciência de que a conversão de alguém não está nas mãos de outro ser humano, mas também me mostrou que Deus usa até o mais incapaz, como eu.

Sei bem que, como disse o Rick Warren no Uma Vida com Propósitos "... a verdadeira maturidade nunca chega depois de uma única experiência, por mais que seja poderosa ou emocionante." Por isso, sinceramente, estou ansiosa e com muito medo da próxima oportunidade que sei que terei. Quero muito ver, novamente, meu medo ir embora enquanto minha boca se enche de palavras vindas do coração de Deus. Estou realmente ansiosa por ser usada novamente pelo meu Senhor.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Relato sobre minha experiência com PGs

Uma vez por ano eu releio o livro Uma Vida com Propósitos, do Rick Warren. É uma espécie de ritual que me chacoalha e me ajuda a voltar pro propósito de Deus para minha vida. Cada vez que leio, algo diferente me chama a atenção. E os dias 18 e 19, que falam de comunhão e pequenos grupos, me tocaram profundamente nessa rodada 2014 da leitura. Lembro do pastor Dario me contando como funcionariam os PGs e de como achei a ideia interessante. Acredito que o ponto alto dos Pequenos Grupos é, como diz o Warren: "Quando as circunstâncias nos esmagam a ponto de nossa fé vacilar, é que mais precisamos de amigos crentes. Precisamos de um grupo pequeno de amigos que tenham fé em Deus por nós e para nos fazer vencer as dificuldades".

Eu tive a honra de participar da segunda multiplicação de PGs na igreja. Na época eramos somente 3 PGs, bem diferente de hoje que são inúmeros. Meu primeiro PG foi de casais, na casa de Claudio e Debora. Foi um tempo incrivel. Tive a oportunidade de me aproximar de pessoas que eu conhecia só de ver na igreja, e até hoje, trago a Karin como amizade que nasceu neste PG. Já passei por alguns outros PGs depois desse, mas nenhum teve um formato igual. Claudio conseguia fazer o PG parecer PG, e não um culto. Foi realmente um tempo muito bom.

Um tempo depois multiplicamos e eu fui para o PG de Medlin. A perspectiva mudou, por que passei de "recebida" a "recebedora", com responsabilidades e preocupações de lanche, de se as pessoas iam e tal. Eramos todos casais jovens e as discussões planavam em torno dessa condição. Aprendi muito ouvindo as experiências de pessoas que estavam passando pelas exatas mesmas experiências que eu no que tange a casamento, cobrança por filhos, brigas de casal, etc. Pude viver exatamente a frase de Rick Warren: "Compreendo o que você está passando, e o que você sente não é estranho ou absurdo".

Infelizmente o PG não cresceu e implodiu. Escolhi voltar para o PG de casais na casa de Claudio, mas nesse meio tempo, André começou a trabalhar e eu fiquei sem jeito de ir sozinha a um PG de casais. Planei durante alguns meses sem PG, até que minha irmã me convidou para o PG de Bruninho. Aí foi estranhamento total. Pessoas que eu não conhecia nem de vista, opiniões tão estranhas e controversas..., mas um lider de Deus. Bruninho fazia os estudos de um jeito único, que realmente falava ao meu coração. Nem sempre eu podia ir por causa do horário de trabalho, mas foi um tempo muito bom.

Então, novamente houve uma multiplicação. E Raquel foi escolhida como a senhora dona líder. Por ter uma relação muito próxima dela, tive muito medo de a intimidade me fazer perder a linha, mas isso não aconteceu. Vi Raquel crescendo a olhos vistos como líder. Foi bonito de ver. Foi um PG divertido, em que literalmente me senti em casa, já que emprestei minha humilde residência para as reuniões. Arrumei brigas e discórdias, discuti, briguei, mas a senhora dona líder sempre pegava os brigões - ou as brigonas - pelo colarinho e nos colocava na linha. A minha líder mais pacificadora, fazia jus ao versículo de Romanos 14:19: "Esforcemo-nos em promover tudo quanto conduz a paz e a edificação mútua".

E Raquel conseguiu uma vitória: entrou pra faculdade de psicologia que tanto sonhou. Mas isso fez com que ela precisasse deixar a liderança do PG. Por conta de nossa proximidade, pude ver de perto a alegria misturada ao sofrimento. A faculdade era um sonho, mas o PG tinha se tornado parte importante da vida dela. Raquel partiu. E a nova líder me faz pensar como as coisas se invertem no mundo.

Há uns 10 anos atrás, Ana Paula tinha 9 e eu 23. Todo domingo pela manhã eu dava aula de teatro para algumas crianças da igreja, e ela estava entre eles. E hoje, Ana Paula é - e digo isso com orgulho - minha líder de PG. O engraçado é que eu me sinto muito mais a vontade com as "crianças" - a partir de 14 - do que nos PGs de casais que participei. Acho que consigo ser mais eu. Claro que falta um pouco de discussão sobre problemas do cotidiano, ou pelo menos, quando levanto uma questão da vida adulta, tenho que filtrar para me fazer entender. Mas tem sido uma experiência especial fazer parte de um PG de jovens. Bill Hybels diz no "uma Vida com Propósitos" que "Nós só crescemos assumindo riscos, e o mais dificil risco de todos é sermos honestos com nós mesmos e com os outros". Se ele estiver certo, como acredito que está, fiz uma boa escolha ao assumir o risco de sair dos PGs de casais, pois estou sendo honesta comigo mesma.

Não sei o que o tempo me reserva. Não sei por quanto tempo estarei no PG da Ana. Não sei se uma hora dessas voltarei para um PG de Casais. Mas posso dizer que vale a pena participar de um Pequeno Grupo. E se você, por acaso, está lendo esse texto e não tem um pequeno grupo, se aprume e arrume um! :P

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Se achegando

"Aproximem-se de Deus e Ele se aproximará de vocês" Thiago 4:8a

Amizade se faz com proximidade. Mesmo existindo pessoas que ficamos um tempão sem ver e quando encontramos parece que nada mudou, só parece. A vida nos transforma um pouquinho a cada dia e uma amizade profunda não acompanha essas mudanças se não houver uma proximidade. Claro que não estou falando de contato físico e presença diária, mas sim de uma rotina de se ver ou pelo menos de se falar, contar da vida, dos problemas e das alegrias.

Na minha leitura de hoje aprendi que Deus quer ser meu amigo. Não um amigo distante, ele quer que sejamos como uma pessoa próxima em quem ele pode confiar. E meu coração fica pensando que se Deus quer ter um contato assim comigo, como que eu não vou querer ter também um contato com Ele? Ele é Deus! É claro que eu quero desfrutar da proximidade e amizade com ele!

Por ele ser Deus, a tendência é achar que eu preciso realizar grandes coisas para que Ele me note e queira realmente estar comigo. Mas novamente me surpreendo ao entender que Ele fica satisfeito quando faço pequenas coisas, desde que seja com amor. Dizer a verdade, ser integro, tratar as pessoas com amor, animar alguém que precise, são algumas das pequenas coisas que posso fazer para me aproximar de Deus. E como diz o versículo em Thiago, se eu me aproximar dele, ele vai se aproximar de mim!

Dessa forma, podemos dizer que estamos tão perto de Deus o quanto escolhemos estar. E como eu disse no texto de ontem, a decisão de querer estar perto de Deus precisa ser feita 50 vezes por dia, por que tudo no mundo nos leva a ficar longe Dele.

Senhor, tudo o que posso pedir hoje é que me dê desejo de querer o tempo todo conhecer a sua intimidade. Quero ser uma amiga intima sua. Quero que o Senhor olhe para mim, para minhas atitudes, e abra um sorriso. Meu objetivo é esse, Senhor, te fazer sorrir.